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Vai viajar? Tome cuidado com a leishmaniose canina
13 de dezembro de 2018

Essa silenciosa doença é séria e pode acometer seu cãozinho principalmente durante as férias

A leishmaniose canina é uma doença extremamente perigosa e, apesar de ser de certo modo desconhecida, é preciso saber que seu cãozinho pode estar em perigo, principalmente durante as férias.

Com a chegada do verão e das férias, muitas famílias se programam para viajar até um dos destinos mais procurados: as praias. Nessas viagens, muitas delas costumam levar seus pets, principalmente os cães, afinal, eles fazem parte da família.

Entretanto, levar o animal para uma viagem até a praia requer alguns cuidados necessários, principalmente com a possibilidade de um possível contágio da leishmaniose canina.

O que é preciso fazer?

Antes de mais nada, precisamos lembrar que a leishmaniose canina é uma infecção parasitária que ataca o sistema imunológico do animal. A transmissão dessa doença ocorre através do mosquito conhecido popularmente como “mosquito-palha” ou “birigui”.

A incidência da leishmaniose canina tende a aumentar em locais nos quais as condições sanitárias são precárias como: encosta de rios, matos ou praias, assim como em ambiente pouco higienizados.

Quais são os cuidados?

Antes de viajar, principalmente para a praia, é essencial conferir se o antiparasitário e as vacinas estão em dia. Além disso, é preciso muito cuidado em deixar o animal brincar na areia, pois isso pode acarretar em problemas.

Entre esse contratempos, podemos destacar a úlcera de córnea, lesões de pele, dermatites, leishmaniose e verme do coração. Por esse motivo, não é recomendado o passeio com os pets na areia.

Todos esses cuidados são necessários porque o mosquito-palha põe seus ovos em locais ricos em matéria orgânica como, por exemplo, a areia da praia e de outros lugares que você deve evitar, como praças, parques e regiões úmidas e desconhecidas.

Não tive esses cuidados, e agora?

Caso você não teve o cuidado de evitar que o animal brinque na areia ou passeie em locais que podem ser um foco de leishmaniose canina, é preciso prestar atenção nos possíveis sintomas.

As lesões mais comuns são: lesões na pele, descamação e coloração branca e prateada na pele. Além disso, podem ocorrer infecções nas patas e causar pele grosseira por excesso de produção de queratina, assim como unhas mais espessas.

Outro sintoma que pode ser muito claro são machucados e feridas que não saram, além de nódulos e caroços na pele, assim como problemas oculares.

Como você pôde perceber, levar o seu pet para a praia pode não ser uma escolha muito inteligente e, por isso, se houver como evitar, prefira deixá-lo em casa sob a tutela de alguém responsável.

Entretanto, caso não seja possível deixá-lo em casa e você precise levá-lo em sua viagem, não se esqueça de verificar as vacinas antirrábicas, da gripe canina, giardíase e, claro, leishmaniose. Além disso, faça um acompanhamento com o veterinário antes da viagem e assim que retornar.

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